Nigéria usa identificações fiscais para rastrear atividades criptográficas sem monitoramento on-chain


A Nigéria está a implementar uma nova abordagem à supervisão das criptomoedas que se baseia em sistemas fiscais e de identidade, em vez de vigilância por blockchain, como parte de uma reforma abrangente do seu regime fiscal.

De acordo com as reformas fiscais recentemente implementadas, os prestadores de serviços de criptografia são obrigados a vincular as transações aos Números de Identificação Fiscal (TINs) e, quando aplicável, aos Números de Identificação Nacional (NINs).

A estrutura, que entrou em vigor em 1º de janeiro, está incorporada na Lei de Administração Tributária da Nigéria (NTAA) de 2025 e marca uma das revisões fiscais mais abrangentes do país.

Ao exigir a divulgação de identidade na camada de relatórios, a Nigéria pretende tornar a atividade de criptomoeda visível para as autoridades fiscais sem exigir o monitoramento da infraestrutura blockchain.

Com isso, as transações que eram difíceis de associar a pessoas físicas podem ser comparadas com declarações de renda, declarações fiscais e registros históricos.